quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Não seguir padrões impostos pelos outros... Como conseguir?

Nadar contra a maré... Não seguir as "últimas tendências" da moda... Como? Eu sigo blogs de todos os tipos, e se tenho acesso às informações e sou bombardeada por elas, como posso ficar imune?

Simples. Estabelecendo prioridades e tendo um olhar reflexivo sobre os lançamentos. Antes de comprar qualquer coisa que é "o grito da moda" (como dizia a minha avó) estou me fazendo algumas perguntas que procuro responder com toda sinceridade para mim mesma.

Perguntas essenciais (e possíveis respostas), que têm dado certo comigo: 

1) Eu preciso disto?

Minha resposta: geralmente é não (aqui, em muitos casos, já desisto da compra).

2) Este item que está na moda, caso adquirido, será usado quantas vezes? Ele irá "se pagar" com o uso adequado?

Minha resposta: me lembro de tudo que era "tendência" que eu comprei e nem cheguei a usar... E de como me arrependi de ter comprado clogs, sneakers de salto, calça metalizada e outras coisas do tipo, que não usei. Sério. Que dinheiro jogado fora. 

2) Ele fica bem em mim, ele favorece meu corpo? 

Minha resposta: mesmo que fique bem no meu corpo, volto às perguntas anteriores.

3) Ele combina com meu estilo?

Minha resposta: geralmente a resposta é não.

Enfim...Estou me fazendo estas perguntas cada vez que vejo alguma coisa que gosto e é tendência. 



***    ***    ***    ***   ***    ***    ***    ***    ***    ***    ***

O que eu ando pensando sobre fast fashions:

As fast fashions estão cheias de peças da moda, colocadas nas araras numa rapidez impressionante e substituídas pelas novas tendências na velocidade da luz. 

Sabemos de todas as controvérsias que rondam este tipo de lojas (má qualidade, trabalho escravo etc.), mas confesso que ainda estou consumindo, principalmente pela facilidade e por não querer gastar muito ao mudar meu estilo para trabalhar. 

Mas minha meta é não comprar mais nada de fast fashions. Pelo menos, ao procurar roupas para o trabalho, não estou mais procurando tendências e sim algo que dure um pouco mais, que seja mais clássico ou pelo menos "se pague" ("se pague" = 10 reais cada vez que uso a peça. Exemplo: se custou R$ 120,00, tenho que usar pelo menos 12 vezes para a roupa se pagar).

E é isso. Para alguém que consumia desenfreadamente acredito que já é um progresso. Mas ainda tenho muito a melhorar... 

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Look para um dia de trabalho...

No meu caso, dia de trabalho = noite de aulas.


Lembrando que estas são peças do meu guarda-roupas.

Camisa de viscose (Posthaus), calça em sarja resinada (Renner), sapatilha em matelassê (Arezzo), bolsa nude (Coach - Modelo Chelsea Crossbody)

Aqui mostro um pouco da minha dificuldade em me desvincular de "fast fashions". As compras da Renner e da Posthaus foram recentes, Comprei a calça da Renner porque além de cair bem em mim, estava por módicos R$ 59,00. A camisa da Posthaus é maravilhosa, custou R$ 89,90 (em promoção). 

Se eu precisava destas peças? Sim. Após revisar meu armário fiquei com muito poucas peças que pudesse trabalhar. Na verdade, percebi que eu sempre me vestia igual, fosse para lazer ou para trabalho. E precisava mudar isso, pois trabalho numa instituição de negócios e estar com vestimenta adequada é um diferencial. Em outro post contarei como está sendo esta minha mudança no ambiente de trabalho. 

Boa semana a todos!